Esta união contra natura entre Meneses e Nogueira que pretende destruir a reforma que o PS quer fazer e de que o PSD nunca foi capaz, contribui para a manutenção de um estado parasitário de muita gente que do ensino só faz uma garantia de uma boa reforma e de um vencimento condizente.
A educação é o sector que mais ministros tem tido depois do 25 de Abril, é o sector mais contestado, que mais insucesso revela entre todos os sectores de actividade a que se dedicam os portugueses. Haverá outras razões, do foro económico, do foro familiar, da falta de uma base de apoio, mas não há dúvida que os professores têm-se habituado a navegar incólumes nestas águas, sem aceitarem as responsabilidades que manifestamente lhes cabem.
A educação é o sector que mais licenciados emprega e em que pode haver um maior entendimento pela uniformidade de habilitações e de modos de vida, maior facilidade de circulação de informação entre os seus agentes. A educação é o sector que deveria estar na vanguarda da modernidade virado única e exclusivamente para o aluno, a sua razão de existência.
Da escola espera-se uma adequada socialização da juventude, a sua preparação para os desafios do futuro, para que se não sinta desadaptada numa civilização concorrencial, para vir a, se necessário, fazer várias reconversões durante a sua vida activa.
Os professores dão uma imagem de imobilismo que contradiz tudo o que seria de esperar. Os professores deturpam a informação, não servem de exemplo para alguém, inclusive para os alunos. Os professores deixam-se manipular por outros professores sem escrúpulos que dominam sindicatos e outras associações com uma perspectiva somente economicista.
Depois do Nogueira surge agora com o maior desplante o Meneses. Meneses & Nogueira, uma firma porreira!
A educação é o sector que mais ministros tem tido depois do 25 de Abril, é o sector mais contestado, que mais insucesso revela entre todos os sectores de actividade a que se dedicam os portugueses. Haverá outras razões, do foro económico, do foro familiar, da falta de uma base de apoio, mas não há dúvida que os professores têm-se habituado a navegar incólumes nestas águas, sem aceitarem as responsabilidades que manifestamente lhes cabem.
A educação é o sector que mais licenciados emprega e em que pode haver um maior entendimento pela uniformidade de habilitações e de modos de vida, maior facilidade de circulação de informação entre os seus agentes. A educação é o sector que deveria estar na vanguarda da modernidade virado única e exclusivamente para o aluno, a sua razão de existência.
Da escola espera-se uma adequada socialização da juventude, a sua preparação para os desafios do futuro, para que se não sinta desadaptada numa civilização concorrencial, para vir a, se necessário, fazer várias reconversões durante a sua vida activa.
Os professores dão uma imagem de imobilismo que contradiz tudo o que seria de esperar. Os professores deturpam a informação, não servem de exemplo para alguém, inclusive para os alunos. Os professores deixam-se manipular por outros professores sem escrúpulos que dominam sindicatos e outras associações com uma perspectiva somente economicista.
Depois do Nogueira surge agora com o maior desplante o Meneses. Meneses & Nogueira, uma firma porreira!